Oficina do Gif

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Trabalhando (?) em casa

Quando o filho nasce, surge sempre aquela dúvida de voltar ou não à trabalhar (exceto para as mamães que realmente não precisam). E aí então começa o dilema.
Em primeiro instante, o que pesa mais é sem dúvida nenhuma é a dor da separação. E que dor!
É um misto de "ingratidão", "raiva" e "desespero" somados à saudade e a preocupação... só MÃES sabem explicar (sim, porque o pai até sente, mas dali alguns dias, ele se esquece - já nós, convivemos sempre com esses sentimentos).
Depois, quando se presta serviço dentro de qualquer empresa e surge imprevistos como "o filho adoecer" e você ter que pedir pra sair mais cedo (em casos urgentes - embora tudo para uma mãe seja urgente) e aí você já sente aqueles olhares do chefe como se estivesse dizendo com todas as letras: "Será sempre assim?"... Isso é realmente muito ruim.
Sem contar nas apresentações comemorativas escolares que nem sempre são aos finais de semana... e aí?

Pois bem. Dentro desses "poréns" e outros, tudo o que a gente mais sonha é em poder "trabalhar em casa e ficar com o filho".
Assim é fácil, né?
Pois eu digo: "NÃO. NÃO É!"

Imagina que você (tenta) acordar cedo, liga o computador pra começar a trabalhar. No meu caso, logo o filho acorda e começa a chamar atenção.
Você tem que lhe dar o café-da-manhã. Em seguida, já tem que preparar o almoço pra ele ir para a escola. Dá banho, arruma ele, dá almoço, coloca ele na van e volta pro computador. Ok.
Nisso, já são quase 13:00, sendo que as 17:00 eu já começo a preparar a janta porque ele chega as 17:30 morrendo de fome (e cheio de novidades pra contar).
Ele chega, dou banho, termino a janta e dou a ele. Ele pede atenção (sim, ele me cobra MUITO) e pelo menos por uma horinha que seja, eu tenho que sentar com ele pra assistir desenho.
Entre uma coisa e outra, vou alternando os deveres de casa e o computador. Com isso, depois que ele dorme, volto pro computador e isso me rende a madrugada trabalhando pra conseguir terminar aquilo que não "tive tempo hábil" para terminar.
Sem falar nas inúmeras vezes que fui até a sala e presenciei meu filho dormindo sentado no sofá!
Dói o coração? E como!

No final das contas, você (eu) acaba frustrada pois não fez devidamente nem uma coisa, nem outra.
Além disso, as vezes acaba ouvindo: "Nossa, o que você fez o dia todo que não conseguiu fazer isso / aquilo?"
E só me resta responder: "Nada!"...

Bom, ainda assim fico na dúvida entre escolher trabalhar fora e cumprir os trabalhos dentro de um horário estipulado ou trabalhar em casa "fazendo o máximo" para estar perto do meu filho.
E ainda dizem que é fácil...


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vamos lá, joga a preguiça da Segundona pro alto e comece a semana com AMOR e DEDICAÇÃO!
Linda semana pra todos!






terça-feira, 19 de agosto de 2014

Cama compartilhada

Chegou a época de frio, e dá uma dor no coração ver o filho dormindo sozinho (principalmente os que se descobrem a noite toda - é o caso do meu filho), no quarto separado.
E se o pequeno tem essa coisa de ficar se descobrindo a noite toda, a gente tem que se levantar pra ir cobrí-lo várias vezes durante a noite (eu faço isso) e acordo quebraaaada!

Bom, eu tenho um "desapegado" aqui em casa, que por opção MINHA (porque ele teve alguns probleminhas de saúde quando bebê, e eu tinha medo de deixá-lo no berço) dormiu na minha cama até os 3 anos... Até o dia em que ELE me disse: "Mamãe, monta a minha cama no meu quarto porque já passou da hora de eu dormir sozinho!"... Juro, ouvi bem isso!
Depois dessa, não tive escolha. E a "mudança" foi difícil só pra mim, nadinha pra ele, que logo no primeiro dia me falou "boa noite", pegou o seu travesseiro e foi pro seu quarto, sem direito a NENHUMA escapada pra minha cama durante a noite!
Isso é bom?!?
SIM! Pras mães desapegadas... rs

As vezes, eu solto um: "Filho, hoje está tão frio... não quer dormir com a mamãe e o papai? (O papai "pira" quando eu falo isso rs) e a resposta é sempre "Não, mamãe! Eu tenho a minha cama!"... Ok.
Então posso dizer que quando (muito de vez em quando) eu ouço no meu ouvido na madrugada: "Mamãe, tive um sonho ruim, posso dormir com vocês?" eu logo ajeito o travesseiro dele no meio, peço pro marido ir mais pro lado e durmo bem agarrada nele!
Ah, gente... ele está crescendo, e logo não vai mais caber alí (se bem que eu sempre vou dar um jeitinho), e dormir sentindo o cheirinho dele é tão bom!

E esse papo de "tirar a liberdade do casal" é pra quem não tem muita criatividade.
Então vamos aproveitar todos esses momentos o quanto a gente pode, mamães!

Beijoooos!




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Musiquinha boa!



Qual é a mamãe que não aguenta mais assistir Peppa, Patati e Patatá, Pocoyo e os desenhos (sempre repetidos) do canal de desenhos???



Se você ainda não cansou, vai cansar!



Os filhos quando "escasquetam" com uma coisa, casam com o Repeat!



Mas vou dar uma dica aqui bem bacana.

Meu filho por ele próprio já estava cansado dos mesmo desenhos, e quando assim, alterna para os de música! Acho ótimo quando esses são bastante educativos.

Um que ele está viciadinho e que eu adoro, é o DVD "Sandreca e Pauleco" do Palavra cantada!

Sem falar que o show deles é demais de legal e lindo!



Vale MUITO a pena apresentarem pro seu filho, principalmente esse que são desenhos animados!

O Enzo já canta todas as músicas e acho DEMAIS ele decorar algo nada parecido com aquelas frasezinhas repetitivas que as músicas infantis costumam ter.

É impressionante ele cantando essa musiquinha do vídeo abaixo, que particularmente é a que eu mais acho fofa!!!







Beijos!!

sábado, 2 de agosto de 2014

Mãe, pode surtar?

Uns dias atrás, li num blog que eu acompanho - e indico muito (De mãe para mamãe), sobre o assunto que resolvi escrever hoje.

MÃE... PODE SURTAR?
Isso mesmo!
Surtar no sentido de querer ficar um pouco sozinha, sair sozinha, deitar no sofá e assistir tv durante o dia sem ninguém te chamando, ir ao banheiro tranquila, ouvir música alta (nada parecido com Galinha Pintadinha, Patati e Patatá, Palavra Cantada...), dormir sem ter hora pra acordar e mais tantas outras coisas, sem carregar aquela culpa (e o julgamento) de estar sendo ingrata, injusta ou desleixada???
Não estou querendo "abandonar o barco" ou menos ainda reclamar da maternidade, longe / muito longe disso!
Sei que só de pensar nisso já surge aquele "pesinho na consciência", mas acredito sim que ter essa "liberdade" (que seja por um único dia) é o desejo de muitas mães!
E depois, claro, correr para o abraço do filho MORRENDO DE SAUDADE!
Mas temos o direito de se sentir cansada...
Quantas mães deixam / esquecem de se cuidar durante MUITO tempo e passa só a cuidar dos filhos?
Eu sou uma dessas, mas aos poucos estou mudando isso.
Saber dividir o tempo para cada tarefa e cada pessoa que tome o nosso tempo, isso sim é um grande começo!
E que tal, pelo menos uma vez no mês marcar um encontro com as amigas (sozinhas!) para colocar as risadas em dia?

Vamos lá, meninas! Nós merecemos!
E os nossos filho também merecem ter a mamãe com energias renovadas! ;-)